O livro Cyberamazônia chega para inovar a ficção científica brasileira
O conceito de Cyberamazônia sempre esteve implícito nos primeiros livros da sérei Amazofuturismo do romancista Rogério Pietro. Por exemplo, no conto Amazônia Viva, a presença de uma consciência coletiva formada pela Rede de Micélios é o personagem, ou seja, a própria floresta amazônica é a protagonista de uma história de sobrevivência e evolução.
Na trilogia Amazofuturismo, a Grande Consciência Verde é uma entidade pensante formada pelos fungos, plantas e árvores da floresta tropical. Ela responde a estímulos e busca o contato com os seres humanos, anseando por comunhão com aqueles cujos ancestrais sabiam da sua existência.
Agora, na noveleta Cyberamazônia, essa consciência coletiva biocibernética é acessada por uma equipe de cientistas indígenas de várias etinias, que, por meio da tecnologia, conseguem mergulhar na Rede de Micélios, e o que eles encontram lá é terrível e surpreendente.
o que esperar do livro cyberamazônia?
A história mistura o conceito de cibernética com uma rede de seres vivos interconectados, cuja ciência já demonstrou que é capaz de trocar informações químicas e elétricas. Em Cyberamazônia, essa rede age como um gigantesco cérebro que pensa, age e reage. Resta a nós sabermos como entrar em contato com essa inteligência natural.
Com quais livros ele se relaciona?
Apesar de ser umlivro independente dos outros da série Amazofuturismo, Cyberamazônia está interligado a todos eles,em especial ao conto Amazônia viva. Os acontecimentos de Cyberamazônia se passam 10 anos depois dos eventos narrados em Amazofuturismo 3: Poder Nativo.
Quer entender o que é o Amazofuturismo? Leia os livros da série de ficção científica escrita pelo autor Rogério Pietro.
RESUMO
Um cientista desaparece após tentar se comunicar com a floresta amazônica. Para encontrá-lo, uma pesquisadora indígena precisa se conectar a uma rede subterrânea viva — uma inteligência ancestral que conecta todas as formas de vida, a rede de micélios. Mas quanto mais fundo ela vai, mais percebe: a floresta não está apenas respondendo. Está chamando.
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