O amazofuturismo é um movimento artístico que se manifesta de várias formas. Na literatura, ele se apresenta na forma de contos, coletâneas e romances. Sendo uma manifestação do pensamento, o amazofuturismo se apresenta como um gênero livre para todas as pessoas. E isso é garantido pela Constituição Federal de 1988, que em seu artigo 5º, parágrafo IV, diz:
“É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.”
Sendo livre a manifestação do pensamento, e sendo a literatura uma forma de manifestação do pensamento, qualquer pessoa pode escrever textos, contos, novelas ou romances amazofuturistas, pois esse direito está garantido pela Constituição Federal. Opiniões contrárias a isso são, portanto, inconstitucionais e, portanto, fora da Lei.
Além disso, o mesmo Artigo 5 diz:
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade…”
A igualdade garantida no Artigo 5 revela que todos são livres, ética e moralmente, para manifestar sua arte e suas opiniões, solidificando a ideia de que qualquer um pode escrever no gênero amazofuturista, sem qualquer tipo de constrangimento. Tal artigo diz respeito à liberdade de expressão, um dos pilares fundamentais das democracias.
Considerando isso, o amazofuturismo se consolida, enquanto movimento artístico, contra toda forma de censura, inclusive as formas veladas, conhecidas como “lugar de voz”, “cancelamento”, “apropriação cultural”, entre outras. Essas formas sutis de censura foram criadas para que os censores se sintam à vontade para calar o outro, para impor regras de conduta que ferem a liberdade, e para manter sob o controle deles a própria cultura, impedindo que todos tenham liberdade criativa e acesso a ela.
Portanto, a resposta para a pergunta “quem pode escrever amazofuturismo?” é uma só: todos.
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